A falta que um Cidadão-Presidente nos faz


Prezados(as)


Em uma das encruzilhadas dos caminhos diferentes das redes sociais, conheci Antonietta e o presente diálogo, em um determinado momento, fez-se como segue:


- Qual a sua profissão?

- Sou Cidadão-Engenheiro?

- Interessante. Conhecia a profissão Engenheiro; não essa.

- Não existe profissão desgarrada da condição de cidadania.

- Quer dizer que sou Cidadã-Socióloga?

- Cabalmente.

- Nesse sentido, sou a socióloga que deve zelar pelos seus direitos e cumprir com seus deveres?

- Cabalmente.

- E quais são os meus direitos como Cidadã?

- Basicamente, relacionam-se com as características profundas da natureza humana.

- Poderia citar algumas?

- Sem dúvida. Trabalho com as dez principais: (1) Conservação da Vida e preservação da espécie; (2) Laços de consanguinidade; (3) Temor ao risco; (4) Vocação ao poder e liderança; (5) Conservação da energia (O que leva à propensão ao ócio); (6) Equilíbrio nas relações de cooperação e confronto; (7) Defesa dos recursos individuais e coletivos (Meio Ambiente); (8) Senso evolucionista (Instinto e conhecimento); (9) Socialização (Migração do Indivíduo para o coletivo); (10) Prevalência da racionalidade inteligente.

- Muito abrangente. E quais são os deveres?

- Basicamente, não obstruir o usufruto dos outros dos mesmos direitos;

- Pelo que vejo, o exercício da Cidadania garante muitos benefícios e exige muitos sacrifícios.

- Sim, como tudo o que é bom e necessário na vida.


(A despedida final assim se fez):

- Foi um prazer Cidadão-Engenheiro.

- O prazer foi meu, Cidadã-Socióloga.

- A propósito, a falta que um Cidadão-Presidente nos faz.


César Cantu

São Paulo, 29/07/2022


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